Máscaras

e aí eu coloco aquela máscara risonha, dotada de toda aquela alegria que eu não tenho, mas eu a visto… e por um tempo a tristeza e a escuridão aqui dentro se encolhem em algum canto sombrio do coração, esperando pela hora apropriada de voltar… e ela vem com todos aqueles braços, com todas aquelas correntes que vão ficando cada vez mais fortes.

eu costumava ter um anjo. um anjo que me desamarrava e me livrava daquele mal. mas o anjo bateu asas e não voltou mais. o anjo me abandonou e agora cabe apenas a mim. onde arranjar as forças? eu ainda volto a colocar as máscaras sempre que os braços ficam cansados e as correntes se afroxam.

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